inventário extrajudicial valores

Especialistas em inventário extrajudicial valores

Somos uma equipe Especialistas em inventário extrajudicial valores, e em orientar herdeiros e responsáveis sobre custos e procedimentos. Apresentamos, de forma prática, como estimar o custo no cartório e comparar com a via judicial.

Explicamos os componentes que mais pesam no orçamento: ITCMD, emolumentos, escritura, registro e honorários do advogado. Fornecemos faixas reais para 2025 e exemplos de estados como SP, MG e RJ.

Mostramos quando o procedimento no cartório reduz prazos e proporciona economia de 40% a 60%, desde que todos os herdeiros sejam maiores e concordes. Indicamos soluções para falta de liquidez e formas de negociação de honorários.

Para consultoria e assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510. Conduzimos o processo ponta a ponta com previsibilidade de prazos e valores.

Principais conclusões

  • Como estimar custo no cartório vs judicial.
  • Principais componentes: ITCMD, emolumentos e honorários.
  • Impacto do estado na tabela de custas.
  • Soluções para falta de liquidez e parcelamentos.
  • Atendimento completo com previsibilidade de prazos.

Guia do comprador: quanto custa fazer inventário extrajudicial hoje no Brasil

Vamos detalhar quanto custa hoje conduzir um inventário em cartório, com faixas por patrimônio e variações por cada estado.

Em 2025, as faixas estimadas são: patrimônio até R$ 100 mil (R$ 8.000 a R$ 15.000); R$ 100–500 mil (R$ 15.000 a R$ 35.000); acima de R$ 500 mil (R$ 35.000 a R$ 80.000). Esses montantes já consideram taxa de abertura (R$ 800–1.500), emolumentos do cartório (0,3% a 1%), ITCMD (2% a 8%) e honorários advocatícios (R$ 3.000 a R$ 15.000).

O perfil dos bens influencia o custo: imóveis exigem certidões e, às vezes, avaliação; veículos e aplicações costumam ser mais simples. O número de herdeiros e a qualidade dos documentos também afetam o custo final.

Estados como SP e RJ tendem a ter custos maiores; MG e PR, menores. Quando todos os herdeiros são capazes e concordam, o procedimento em cartório reduz prazos e oferece previsibilidade de cronograma.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Panorama de valores em 2025: faixas de custo e o que influencia

Nós apresentamos as faixas médias de 2025 e os fatores que mudam o orçamento final do processo.

Faixas por patrimônio

Até R$ 100 mil: custo extrajudicial entre R$ 8.000 e R$ 15.000.

R$ 100–500 mil: geralmente R$ 15.000 a R$ 35.000.

Acima de R$ 500 mil: espere R$ 35.000 a R$ 80.000.

Componentes típicos

O orçamento combina taxa de abertura (R$ 800–1.500), emolumentos (0,3%–1%), ITCMD (2%–8%) e honorários do advogado.

Certidões, avaliações e deslocamentos também entram no cálculo e são frequentemente subestimados.

O que encarece casos

Herdeiros menores ou incapazes aumentam gastos em 30%–50% e podem levar ao inventário judicial.

Bens no exterior ou participações societárias exigem avaliações, traduções e dobram honorários em muitos casos.

Estados como SP e RJ tendem a cobrar mais; Minas Gerais, PR e SC costumam ser mais moderados.

inventário extrajudicial valores: o que entra na conta e quando é indicado

Custos e requisitos determinam se o procedimento cabe no cartório ou exige ação judicial. Pela lei (CPC, art. 610, §1º e §2º) é condição que todos herdeiros sejam capazes e concordes, e que haja advogado representando o ato.

Custos-base: abertura, emolumentos de escritura pública, ITCMD e honorários

Mapeamos quatro itens essenciais: taxa de abertura, emolumentos para a escritura pública, ITCMD e honorários do advogado. Esses componentes variam conforme o valor dos bens e a tabela do estado.

Condições para ir ao cartório: consenso e ausência de entraves

Para seguir em cartório é preciso consenso sobre a partilha, documentação completa e inexistência de incapazes ou testamento ativo. Exceções ocorrem quando testamento está caduco ou já homologado, permitindo a escritura.

Distinguimos custos de cartório dos honorários profissionais. Dívidas do falecido podem constar na escritura, protegendo herdeiros e reduzindo riscos de impugnação. Se houver litígio, migrar para o via judicial tende a aumentar prazos e o valor final.

Inventário judicial x extrajudicial: diferenças de valores, prazos e requisitos

A decisão entre via judicial e cartorial define tempo e custo do procedimento. Nós comparamos regras legais, custos típicos e quando cada rota é necessária.

inventário judicial

Regras legais e prazos

A lei (CPC, art. 610) exige ida ao fórum se houver incapazes ou testamento não homologado. Quando todos são capazes e concordes, é possível a escritura pública com advogado obrigatório (§2º).

O art. 611 determina abertura do processo em até 2 meses do óbito e conclusão em 12 meses, prorrogável. Perder o prazo pode gerar encargos sobre o imposto.

Comparativo de custos e tempo

O caminho cartorial costuma ser 40%–60% mais barato. Isso ocorre por fluxos padronizados, menos atos e baixa tramitação administrativa.

No fórum, custos frequentes incluem custas iniciais (R$ 500–2.000), taxa judicial ~1% sobre o valor da causa e honorários proporcionais (10%–20%). Em alguns casos há percentuais para o inventariante (2%–5%).

Escolher bem desde a triagem de documentos evita mudança de rota e retrabalho. Também consideramos a tabela do estado, que impacta diretamente o cálculo final.

Como calcular o valor no seu caso: exemplos práticos e percentuais

Vamos apresentar um método prático para transformar o valor total dos bens em um orçamento real do processo. Primeiro, somamos o total bens, calculamos a meação do cônjuge e determinamos a base do imposto.

Exemplo Minas Gerais

Suponha patrimônio de R$ 480.000. Após a meação de R$ 240.000, a base do ITCMD fica em R$ 240.000.

Com alíquota de 5% o imposto será R$ 12.000. A escritura pública inventário sai por cerca de R$ 4.151,46 e o registro por valor similar.

Exemplo São Paulo

Em SP, enquadramos o patrimônio na faixa correta da tabela. Faixas até R$ 50.000 ou entre R$ 50.000 e 500.000 mostram emolumentos bem diferentes.

Isso altera o custo final: somar o imposto estadual com emolumentos e registros dá o total do caso.

Método de cálculo

Passo a passo: (1) definir o valor total bens; (2) calcular meação; (3) apurar base do ITCMD; (4) somar emolumentos de escritura e registro; (5) incluir custos extras — certidões, avaliações e honorários do advogado.

Recomendamos simular cenários (com e sem registro imobiliário) e confirmar as tabelas vigentes antes de fechar o planejamento.

Impostos, taxas e multas: ITCMD, prazos e atualização por Estado

Tributos e juros por atraso podem elevar muito o montante devido sobre a herança. Por isso, precisamos entender base, alíquota e prazos em cada estado.

ITCMD: base e alíquotas

O ITCMD incide sobre a parte transmitida aos herdeiros, normalmente após a meação. Em geral a alíquota varia de 2% a 8% conforme o estado.

Calcular o valor correto da base evita divergências com o fisco. Nosso advogado deve revisar o total bens e certidões que comprovem o valor.

Multas por atraso e exemplo prático

A lei exige abertura do processo em 2 meses (CPC, art. 611) e, em muitos casos, pagamento do imposto até 180 dias do óbito.

O atraso costuma gerar multa mensal e juros pela Selic acrescida de 1% ao mês. Em um caso com ITCMD de R$ 10.000 e 17 meses de atraso, os encargos somaram cerca de R$ 5.600.

Emitir e pagar a guia do imposto e guardar o documento de quitação é fundamental para apresentação no cartório. Acompanhar atualizações estaduais reduz riscos de autuação e retrabalho.

Honorários advocatícios: faixas, negociação e valor agregado

Abordamos modelos de cobrança e dicas de negociação para trazer previsibilidade ao pagamento profissional.

Quanto custa o advogado: valores fixos x percentuais

Modelos comuns: cobrança fixa para atos em cartório e percentuais para via judicial. Em 2025, honorários em cartório ficam frequentemente entre R$ 3.000 e R$ 15.000.

No fórum, o advogado costuma cobrar entre 10% e 20% do valor dos bens; o inventariante pode receber 2%–5%.

Como negociar: orçamentos, parcelamento e escolha do especialista

Pedir ao menos três orçamentos nos ajuda a comparar escopo, prazos e número de diligências. Negociar parcelamento e listar custos extras (certidões, avaliações) evita surpresas.

Valorizamos especialistas em inventário que antecipam exigências, reduzem retrabalho e previnem multas.

Sinais de alerta: propostas muito abaixo do mercado podem esconder escopo reduzido ou riscos de aditivos. Assine contrato com cronograma e cláusulas de acordo sobre pagamentos.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510. Solicite uma avaliação do caso com orçamento personalizado.

Documentos necessários e organização da pasta do inventário

Organizar a documentação é o passo que mais reduz atrasos e custos no processo de partilha.

documentos

Falecido e bens

Reúna certidão de óbito, certidões negativas (Receita Federal, PGFN e estaduais) e CENSEC. Junte matrículas de imóveis atualizadas, IPTU, ITR/CCIR para áreas rurais e comprovantes de quitação condominial.

Para veículos, inclua CRLV e referência da Tabela Fipe. Adicione extratos bancários, de corretoras e notas fiscais de itens de maior valor.

Herdeiros e cônjuge

Peça RG, CPF, certidões de nascimento ou casamento e comprovante de residência. Se houver união estável, anexe a escritura pública.

Boas práticas

Checagens prévias: solicite certidões negativas fiscais e cartorárias para reduzir exigências no cartório.

Organize uma pasta física e outra digital com checklists. Avaliações formais dos bens ajudam a evitar impugnações sobre valor e atrasos no processo.

Revisamos a documentação final com o advogado antes do protocolo para garantir que nada crítico foi omitido.

Passo a passo no cartório: da minuta da escritura pública ao registro

A tramitação no cartório segue etapas claras, da escolha do tabelionato até o registro final dos bens. Seguimos um roteiro prático para evitar exigências e encurtar prazos do processo inventário.

Escolha do Tabelionato e protocolo

O inventário em cartório pode ser feito em qualquer Tabelionato de Notas; não há restrição territorial.

Protocolamos o dossiê com a documentação completa para reduzir idas e vindas e acelerar a análise do cartório.

Emissão e pagamento do ITCMD

O cartório gera as guias do ITCMD, mas o pagamento deve ocorrer antes da lavratura da escritura pública.

Sem a quitação, o ato não é lavrado; por isso checamos guias e comprovantes logo no protocolo.

Minuta, conferência e assinatura

O cartório elabora a minuta; nosso advogado faz a conferência técnica e sugere ajustes finais.

Após aprovação, herdeiros e advogado assinam a escritura pública, que passa a ser hábil para registros.

Registro, transferência e liberação

Com a escritura assinada, providenciamos registro de imóveis, transferência de veículos e apresentação em bancos.

Organização prévia e manutenção do acordo entre partes reduzem custos sobre valor final e atrasos no processo inventário.

Formas de pagamento e alternativas quando falta liquidez

Quando a herança está presa a bens ilíquidos, organizamos soluções práticas para garantir o pagamento das custas e do imposto sem atrasos. Avaliamos parcelamento, adiantamento familiar e venda autorizada com foco em preservar o patrimônio.

Parcelamento, adiantamento e venda autorizada

Parcelamento de custas é oferecido por muitos tribunais; o advogado solicita o escalonamento conforme o valor e a capacidade de pagamento. Empréstimos com garantia real podem cobrir despesas, mas exigem cautela para não onerar o bem.

O acordo familiar, com um herdeiro adiantando recursos, costuma ser a rota mais simples. Quando necessário, a venda de bem recebe autorização judicial para viabilizar o processo.

Assistência judiciária gratuita

Famílias de baixa renda podem pedir assistência gratuita. Os requisitos variam por estado; geralmente consideram renda e patrimônio. Se deferida, a isenção reduz quanto custa fazer o procedimento e elimina custas iniciais.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510. Nós planejamos o cronograma de pagamento e evitamos multas por atraso, caso a caso.

Consultoria e assessoria preventiva: fale com nossos especialistas

Agende uma análise inicial conosco e receba um plano claro para o tipo de inventário mais adequado ao seu caso. Oferecemos uma avaliação prática que antecipa exigências e reduz retrabalhos no cartório.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Nossa equipe atua desde a checagem de documentos até a elaboração da minuta e a assinatura da escritura pública. O procedimento extrajudicial exige advogado e consenso entre as partes; a escritura é hábil para registro quando todas as condições são atendidas.

Definimos o tipo de inventário mais econômico conforme as tabelas do seu estado. Verificamos meação, base do imposto e estratégias legais que preservam o acordo entre herdeiros e evitam migração ao fórum.

Prestamos acompanhamento completo: interlocução com cartório, preparação de registros e entrega final. Mantemos comunicação clara sobre prazos e valor, com contrato e cronograma desde o início do artigo até a conclusão do processo.

Conclusão

Encerramos destacando que o planejamento prévio do processo minimiza prazos e incertezas sobre o montante final.

Quando possível, seguir pelo cartório reduz tempo e costuma ser 40%–60% mais barato que a via judicial. O cálculo do valor do inventário reúne ITCMD, emolumentos, honorários e despesas acessórias.

Cada estado tem tabela própria; o exemplo de Minas Gerais ilustra meação, base do imposto e emolumentos. Em São Paulo, as faixas mudam conforme o patrimônio.

Nosso advogado organiza documentos, evita multas por atraso (prazo de abertura: 2 meses; imposto: ideal em até 180 dias) e conduz a escritura pública até a transferência dos bens.

Para um orçamento claro sobre quanto custa fazer e o plano por etapas, fale conosco no WhatsApp (11) 4237-9510.

FAQ

O que é preciso para fazer o procedimento em cartório quando todos os herdeiros estão de acordo?

Para lavrar a escritura pública é necessário documento de identidade e CPF dos envolvidos, certidão de óbito do titular, documentos dos bens (matrículas, veículos, extratos de contas), certidões negativas de tributos quando exigidas, comprovante de pagamento do imposto estadual e procuração, se houver. Também é obrigatória a presença de advogado para representar interesses e validar a minuta.

Quanto costuma custar o processo em um estado como Minas Gerais?

Os custos variam por faixa patrimonial. Em Minas Gerais há tabelas de emolumentos para escritura e registro que, somadas ao imposto estadual (por exemplo, 5% em muitos cenários) e honorários advocatícios, definem o total. Em geral, patrimonios menores têm custo percentual menor; ainda assim, cada caso depende do valor total dos bens e dos serviços necessários.

Quais itens compõem a conta final além das taxas de cartório?

Além dos emolumentos, deve-se considerar o imposto estadual sobre transmissão, honorários do advogado, custos de registro em cartórios de registro de imóveis ou DETRAN, avaliações e eventuais certidões e diligências. Multas por atraso e atualização monetária também podem aumentar o montante.

Quando é obrigatório recorrer ao Judiciário em vez de resolver em cartório?

O caminho judicial é indicado se houver litígio entre herdeiros, incapazes sem curadoria regular, testamento que exija homologação, bens no exterior ou empresas com estrutura societária complexa. Nesses casos, o processo tende a ser mais longo e custoso.

Como calcular o imposto estadual na prática?

Primeiro somamos o valor total dos bens que entram na partilha. Em seguida apura-se a meação, se houver regime de casamento, para definir a base do tributo. Aplica-se a alíquota vigente no Estado (podendo variar de 2% a 8%) sobre essa base e soma-se às demais despesas para obter o custo estimado.

Como os honorários advocatícios costumam ser cobrados?

Os honorários podem ser fixos por serviço, por etapas, ou percentuais sobre o patrimônio partilhado. Fatores como complexidade do caso, número de bens, necessidade de diligências e eventual atuação judicial influenciam o valor. Recomendamos obter orçamentos por escrito e negociar prazos e formas de pagamento.

E se não houver liquidez para pagar impostos e taxas?

Existem alternativas como parcelamento de custas em alguns estados, venda autorizada de bem para quitação, ou adiantamento por familiares. Em casos de baixa renda, pode ser possível requerer assistência judiciária gratuita, observando critérios de renda e composição patrimonial.

Quanto tempo leva todo o procedimento no cartório em condições ideais?

Se todos os documentos estiverem corretos, não houver entraves e os herdeiros forem capazes e concordes, o tempo costuma ser curto: algumas semanas até a lavratura da escritura, mais prazos para registros específicos. A demora maior costuma vir de regularizações de imóveis ou pendências fiscais.

Como devemos organizar a documentação para reduzir retrabalho?

Recomendamos montar uma pasta com certidão de óbito atualizada, certidões de nascimento e casamento dos herdeiros, cópias de documentos pessoais, matrículas de imóveis atualizadas, documentos de veículos, extratos bancários, declarações de imposto de renda e certidões negativas. Conferir tudo antes de protocolar evita diligências.

Existe diferença significativa de custo entre São Paulo e outros estados?

Sim. Emolumentos e alíquotas estaduais variam por unidade federativa, assim como cobranças para registros. São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, têm tabelas próprias que impactam o custo final. Por isso é essencial consultar a tabela local do cartório e a legislação estadual vigente.

Podemos parcelar os honorários ou as custas no cartório?

Muitos escritórios e alguns cartórios permitem parcelamento de honorários e emolumentos, mediante acordo. Algumas unidades notariais têm regras específicas sobre parcelamento. Sugerimos negociar prazos com antecedência e obter o acordo por escrito.

O que encarece mais o procedimento na prática?

Os principais fatores que elevam custos são disputas entre herdeiros, necessidade de inventário judicial, presença de incapazes, bens complexos como participações societárias ou imóveis no exterior e atrasos no pagamento do imposto, que geram multas e atualização monetária.

Como podemos obter uma estimativa precisa para o nosso caso?

Para uma previsão realista, precisamos do valor total dos bens, do regime de casamento do falecido, da existência de testamento, da lista de herdeiros e da localização dos bens. Com esses dados, calculamos a base do imposto, os emolumentos locais e propomos faixa de honorários. Entre em contato para análise detalhada.

Quais livros, artigos ou leis devemos consultar para entender regras e prazos?

Indicamos consultar o Código de Processo Civil (arts. 610 e 611), legislações estaduais sobre imposto sobre transmissão causa mortis, tabelas de emolumentos dos cartórios do estado e materiais jurídicos sobre direito sucessório atualizados. Também é útil verificar orientações do Tribunal de Justiça do respectivo estado.

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