inventario em cartorio quanto custa

Inventário em Cartório Quanto Custa? Saiba Mais Conosco

Nós explicamos, de forma direta, quais são os principais componentes do custo para abrir um inventário no cartório hoje.

Apresentamos números atuais: em 2025, o processo pode variar de R$ 8.000 a R$ 150.000 ou mais, dependendo do patrimônio e do tipo de procedimento escolhido pela família.

O inventário extrajudicial costuma sair 40% a 60% mais barato que o judicial quando está disponível. Taxas de cartório normalmente ficam entre 0,3% e 1% do valor dos bens.

Também cobrimos tributos: o ITCMD varia de 2% a 8% conforme o estado e, no RJ, o teto de emolumentos por sucessão é R$ 96.084,51.

Mostramos ainda prazos legais — abertura em até 60 dias — e multas por atraso no imposto, para que você evite acréscimos desnecessários.

Se quiser orientação personalizada, fale conosco no WhatsApp (11) 4237-9510.

Principais conclusões

  • Estimativas de valores para planejar o orçamento.
  • O extrajudicial tende a reduzir o custo em 40–60%.
  • Taxas e ITCMD variam por estado e por faixa de bens.
  • Existem limites e tetos, como o do RJ, a serem observados.
  • Prazo de abertura é curto; atrasos geram multa.
  • Orientação técnica pelo WhatsApp facilita decisões.

O que é inventário em cartório e quando ele é indicado

Definimos o inventário como a formalização da partilha bens por escritura pública, sem necessidade de processo judicial. Esta via funciona quando todos os herdeiros são maiores, capazes e estão de acordo.

Condições práticas incluem a concordância entre as partes, ausência de litígio e presença do advogado para elaborar a minuta. Nesses casos, a escritura é lavrada no cartório competente e as certidões exigidas são checadas antes da assinatura.

Por que optar por essa via? A via extrajudicial costuma ser mais rápida, reduzir etapas e minimizar custos administrativos. A conformidade com o direito e as tabelas estaduais de emolumentos garante segurança jurídica.

Se houver disputa, herdeiros menores ou outras complicações, será necessário o trânsito pelo juízo, o que aumenta tempo e despesas. Para avaliar seu caso e receber um checklist objetivo, fale conosco pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Inventario em cartorio quanto custa em 2025

Nesta seção detalhamos as faixas de valores típicas para 2025 e os itens que compõem o preço. Apresentamos números práticos e o método básico de cálculo para você ter uma estimativa rápida.

Faixas de valores típicas em 2025

Até R$ 100.000: via extrajudicial costuma ficar entre R$ 8.000; judicial inicia por volta de R$ 15.000.

R$ 100.000–R$ 500.000: extrajudicial varia até R$ 80.000; judicial pode chegar a R$ 150.000+ dependendo da complexidade.

Acima de R$ 500.000: custos sobem por progressividade das tabelas e do imposto, exigindo cálculo detalhado.

Itens que compõem o preço

Emolumentos: normalmente 0,3% a 1% sobre o valor dos bens, segundo tabela estadual.

Imposto (ITCMD): entre 2% e 8% conforme o estado e a base de cálculo.

Honorários, certidões e registro no RGI completam a soma final do caso.

Como o estado influencia

Cada estado tem tabela própria e faixas progressivas; no RJ, o teto para emolumentos por sucessão é R$ 96.084,51 (2025).

Recomendamos confirmar a tabela local antes da lavratura da escritura pública. Para simular seu cenário com números do seu estado, chame no WhatsApp (11) 4237-9510.

Inventário extrajudicial vs judicial: diferenças de custo, tempo e quando escolher

A seguir comparamos, de forma objetiva, o tempo e as despesas de cada tipo de processo. Queremos dar critérios claros para decidir a melhor via na sua situação.

inventário extrajudicial

Extrajudicial no cartório: 40% a 60% mais barato em média

Vantagem principal: a via extrajudicial costuma reduzir custos em cerca de 40% a 60% quando há acordo entre herdeiros.

Taxas de abertura variam entre R$ 800 e R$ 1.500. Emolumentos seguem 0,3% a 1%. Honorários do advogado geralmente ficam entre R$ 3.000 e R$ 15.000.

Tempo: conclusão é muito mais rápida, já que não depende da tramitação judicial.

Quando o judicial é obrigatório e o impacto nos valores

A via judicial é necessária quando há herdeiros menores, disputa ou impedimentos legais. Isso eleva custos e prazos.

Custas iniciais tendem a ficar entre R$ 500 e R$ 2.000. Taxa judiciária pode chegar a 1% (RJ até 1,5%). Honorários advocatícios ficam normalmente entre 10% e 20% do valor dos bens.

Além disso, a remuneração do inventariante (2%–5%) e a demora do processo ampliam o custo final. Emolumentos e ITCMD (2%–8%) incidem em ambas as vias, mas com cronogramas diferentes.

Exemplo prático: para a mesma base de bens, a via extrajudicial tende a resultar em menor custo inventário por evitar taxas percentuais elevadas e honorários escalonados.

Para avaliar seu caso e reduzir gastos, fale conosco pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Principais fatores que aumentam ou reduzem o custo

Listamos aqui os fatores práticos que mais influenciam o preço final do processo. Entender esses pontos ajuda a planejar e evitar surpresas.

Valor total dos bens e complexidade da partilha

O valor agregado dos bens é o principal driver: ele afeta emolumentos, ITCMD, honorários e registro. Quanto maior a base, maiores as taxas e o trabalho técnico.

Partilhas com múltiplos imóveis, cotas empresariais ou passivos exigem mais avaliações e horas de advogado.

Conflitos, herdeiros menores, bens no exterior e empresas

Conflitos ou herdeiros menores geralmente forçam a via judicial, elevando custos em 30% a 50% por mais taxas e prazos.

Bens no exterior podem dobrar honorários e aumentar tramitação. Empresas demandam avaliação especializada (1%–3% do valor) e horas adicionais.

Variação por estado: SP, RJ, DF, MG e Sul

As tabelas estaduais mudam o resultado. São Paulo pode cobrar até 1,2% em emolumentos; o Rio apresenta taxa judiciária de até 1,5%.

Distrito Federal costuma ter custas mais altas; Minas, Paraná e Santa Catarina apresentam valores mais moderados.

Prática útil: um dossiê de documentos bem organizado reduz retrabalhos e, com isso, o custo final. Para análise do seu caso e consultoria técnica, chame nosso time pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Emolumentos e ITCMD: como calcular e onde consultar

Explicamos o que são as cobranças que incidem sobre a partilha e como verificar os valores oficiais no seu estado.

Entendendo emolumentos e tabela estadual

Os emolumentos são taxas públicas cobradas por ato notarial. Cada estado publica uma tabela com faixas progressivas e, em 2025, o RJ tem teto de R$ 96.084,51 por sucessão.

O cálculo segue a faixa aplicável ao somatório dos bens móveis e imóveis. Em alguns casos, há incidência de ISS sobre serviços.

Como calcular o ITCMD (2%–8%)

O imposto varia de 2% a 8% conforme a legislação estadual. A base de cálculo é o valor dos bens apurados para a partilha.

Verifique deduções previstas na lei, cumpra o prazo legal de 60 dias após o óbito e evite multa e juros. A multa do imposto por atraso pode alcançar 0,33% ao mês, além de juros.

Roteiro rápido e onde consultar

Roteiro: 1) consulte a tabela estadual; 2) some os valores dos bens; 3) aplique a faixa de emolumentos; 4) calcule o ITCMD; 5) some honorários e certidões.

Confirme portarias e guias oficiais no site do tribunal de justiça ou do órgão fazendário do seu estado para validar boletos e evitar pagamentos indevidos.

Para consultoria técnica e cálculo preciso das guias corretas, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Documentos, escrituras e registros: passo a passo para pagar menos

Organizar a documentação é a etapa que mais reduz tempo e retrabalho no inventário. Começamos por reunir os papéis essenciais e validar cada certidão antes do agendamento.

Checklist essencial

documentos certidões escritura registro

Recomendamos ter: certidão de óbito, RG/CPF e estado civil dos herdeiros, certidões negativas, escrituras e matrículas de imóveis, extratos bancários e declarações fiscais.

Da escritura pública ao registro: fluxo, custos e prazos

O fluxo típico inicia com o cálculo do ITCMD e pagamento das guias. Em seguida, redigimos a minuta com o advogado e o cartório confere documentos para lavrar a escritura pública.

Quando há imóveis, é preciso registrar a partilha no RGI. Os custos seguem a tabela estadual e incluem emolumentos. Antecipar guias e comprovantes encurta prazos.

Dicas: organize cópias, digitalize certidões e preserve comprovantes de pagamento. Um profissional experiente evita exigências que geram mais idas ao balcão e mais despesas.

Para o checklist completo e planilha de cálculo, fale conosco no WhatsApp (11) 4237-9510.

Formas de pagamento, negociação de honorários e como economizar

Nós apresentamos opções práticas para dividir o impacto financeiro e reduzir o custo total do processo.

Parcelamento, adiantamento por herdeiro e empréstimo com garantia

É comum parcelar as taxas e as guias do ITCMD para aliviar o fluxo de caixa.

Outras alternativas: adiantamento por um herdeiro, venda autorizada de ativos ou empréstimo com garantia.

Negociando com o advogado: especialização, faixas e condições

Os honorários no inventário extrajudicial costumam variar entre R$ 3.000 e R$ 15.000 e são negociáveis conforme complexidade.

Nós recomendamos escolher um advogado com experiência em partilhas para ter previsibilidade de preço e prazos.

Dicas práticas: organize documentos, defina um cronograma e solicite proposta escrita. Em caso de baixa renda, verifique a assistência judiciária gratuita.

Para cotações e condições alinhadas ao seu orçamento, chame nosso time pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Exemplos práticos de custos por cenário

Vamos mostrar três cenários práticos com números claros para cada faixa patrimonial. Os exemplos ajudam a entender a composição do valor e a diferença entre via extrajudicial e judicial.

Patrimônio até R$ 100 mil

Exemplo: via extrajudicial de R$ 8.000 a R$ 15.000; via judicial de R$ 15.000 a R$ 25.000.

Por quê? Taxas, honorários e poucas exigências tornam a escritura pública mais econômica e rápida.

Faixa de R$ 100 mil a R$ 500 mil

Exemplo: extrajudicial R$ 15.000 a R$ 35.000; judicial R$ 25.000 a R$ 75.000.

Aqui o peso do ITCMD, dos emolumentos e do cálculo pela tabela estadual aumenta o valor final.

Caso no RJ

No Rio de Janeiro a cobrança segue faixas progressivas e há um teto de emolumentos por sucessão: R$ 96.084,51. Se houver imóveis, o registro no RGI soma taxas e prazos ao total.

Quer um exemplo personalizado com números do seu estado? Para consultoria técnica em compra e venda, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Conclusão

Fechamos este artigo com um resumo prático para orientar sua decisão sobre a partilha.

Quando a partilha bens é consensual e os documentos estão organizados, o caminho extrajudicial via inventário cartório costuma ser mais rápido e econômico. Custos dependem de emolumentos, ITCMD, honorários e do registro.

Se há menores ou conflito, o inventário judicial será necessário e eleva prazos e despesas. Pagar as guias no prazo e checar a tabela do seu estado evita multas.

Se precisar de ajuda para concluir a partilha com previsibilidade e segurança, conte conosco. Para consultoria técnica em compra e venda e estimativa precisa, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

FAQ

O que é um procedimento extrajudicial para partilha de bens e quando podemos optar por ele?

Trata-se da escritura pública lavrada em cartório para formalizar a partilha entre herdeiros. Podemos optar por essa via quando todos concordam com a divisão, os herdeiros são maiores e capazes, não há litígio e há presença de advogado para todos. Nesse cenário, o processo é mais ágil e menos oneroso que a via judicial.

Quais são os principais componentes de custo que incidem sobre a partilha?

Os custos mais comuns incluem emolumentos do cartório, o imposto sobre transmissão causa mortis (ITCMD), honorários advocatícios e despesas com certidões e registros. Esses itens somam-se ao valor final e variam conforme o estado e a complexidade do espólio.

Como o imposto estadual (ITCMD) afeta o valor final e onde podemos consultar as alíquotas?

O ITCMD incide sobre o valor dos bens transmitidos e costuma variar entre 2% e 8% conforme a unidade federativa. Recomendamos consultar a Secretaria da Fazenda ou o site do governo do respectivo estado para ver a tabela vigente e calcular a base de cálculo correta.

Em que situações o processo judicial é obrigatório e como isso altera os custos?

O tribunal é necessário quando há litígio entre herdeiros, herdeiros incapazes sem curador, bens indivisíveis que exigem partilha litigiosa ou quando existem terceiros interessados. O rito judicial costuma elevar custos por incluir custas processuais, perícias e prazos maiores, além de eventuais honorários mais altos.

Como o valor total dos bens influencia as taxas de cartório e honorários?

Emolumentos e algumas tabelas de cartório são progressivos: quanto maior o patrimônio, maior a taxa. Advogados também costumam cobrar percentuais ou valores fixos escalonados conforme a complexidade e o montante dos bens. Por isso, a faixa patrimonial é determinante no custo final.

Há diferença significativa de preços entre estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais?

Sim. Cada estado adota tabelas próprias de emolumentos e alíquotas de ITCMD. Cidades maiores podem ter valores de cartório distintos e regras sobre limites e tetos. Consultar a tabela estadual e o cartório local é essencial para estimar custos.

Quais situações elevam consideravelmente o preço do procedimento?

Conflitos entre herdeiros, existência de menores ou incapazes, bens no exterior, participação societária e necessidade de inventário parcial aumentam a complexidade e, consequentemente, os custos. Perícias e levantamento de documentação podem tornar o processo mais caro.

Que documentos devemos providenciar para reduzir prazos e despesas?

Recomendamos reunir certidões de óbito, casamento ou união estável, certidões de nascimento dos herdeiros, certidões de propriedade de imóveis, extratos bancários, declarações de bens, certidões negativas e documentos pessoais. Ter tudo organizado evita diligências e taxas extras.

É possível parcelar o pagamento do imposto e das taxas? Quais alternativas existem?

Muitos estados permitem parcelamento do ITCMD e alguns cartórios aceitam negociação de emolumentos conforme casos específicos. Alternativas incluem aporte de um herdeiro, adiantamento por parte dos sucessores ou empréstimo com garantia. Negociar prazos com advogados também é comum.

Como negociar honorários advocatícios sem comprometer a qualidade jurídica?

Buscamos advogado com experiência em direito sucessório, pedimos proposta escrita com escopo claro e avaliamos formas de pagamento: valor fixo, percentual sobre o patrimônio ou parcelamento. Priorize especialização para evitar custos maiores por equívocos processuais.

Existem estimativas práticas por faixa de patrimônio para termos como referência?

Para cenários de menor valor patrimonial (até R$ 100 mil) os procedimentos extrajudiciais costumam ser mais econômicos, enquanto faixas entre R$ 100 mil e R$ 500 mil já implicam ITCMD e emolumentos mais relevantes. Em patrimônios superiores a R$ 500 mil, a carga tributária e os custos notariais sobem proporcionalmente.

Onde consultar tabelas de emolumentos e guias estaduais para fazer cálculos precisos?

Consulte o site do Tribunal de Justiça do seu estado, o Portal da Transparência estadual e o próprio cartório onde será lavrada a escritura. Essas fontes trazem as tabelas atualizadas e simuladores em algumas unidades federativas.

Quanto tempo costuma levar todo o procedimento extrajudicial, do início ao registro final?

Em média, o procedimento extrajudicial dura de algumas semanas a poucos meses, dependendo da disponibilidade de documentos e da diligência do cartório. Casos com pendências documentais ou necessidade de certidões mais antigas podem levar mais tempo.

Como proceder se houver bens em outro país ou participação em empresas?

Esses itens exigem análise específica: bens no exterior costumam demandar tradução juramentada, apostila e reconhecimento consular; participação societária pode requerer levantamento de contratos e possíveis alterações contratuais. Ambos aumentam a complexidade e o custo.

Que cuidados legais devemos observar para evitar custos adicionais futuros?

Formalizar acordos por escrito, registrar a partilha corretamente, pagar o imposto dentro do prazo e atualizar registros de propriedade reduzem riscos de ações futuras. Trabalhar com profissionais especializados minimiza erros que geram novas despesas.

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