o que é inventário

Saiba o que é inventário e como podemos ajudá-lo

Apresentamos, de forma direta, o procedimento usado para identificar, avaliar e distribuir bens, direitos e dívidas de uma pessoa falecida. Atuamos para garantir a partilha aos herdeiros com segurança jurídica e previsibilidade de prazos e custos.

Explicamos quando iniciar o processo e o impacto do prazo de 60 dias sobre o ITCMD. Mostramos diferenças entre via judicial e via extrajudicial, com ganhos de celeridade e menor burocracia após as recentes mudanças normativas.

Oferecemos orientação técnica desde o primeiro contato, mapeando riscos, documentos críticos e a melhor estratégia para a transferência dos bens aos sucessores. Para consultoria e assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Principais conclusões

  • O procedimento legal organiza todos os elementos do espólio e garante a partilha.
  • Iniciar o processo em até 60 dias evita multa e problemas fiscais.
  • A via extrajudicial traz celeridade quando requisitos são atendidos.
  • Mapeamento prévio reduz atrasos por falta de documentos ou impasses entre herdeiros.
  • Oferecemos orientação prática para regularização registral e transferência segura dos bens.

O que é inventário

Descrevemos aqui o procedimento que organiza bens, direitos e dívidas deixados por um falecido. Trata‑se de um instrumento jurídico e administrativo destinado a formalizar o levantamento de todos bens do espólio.

O inventário procedimento segue a lei vigente para garantir partilha segura entre herdeiros. O processo abrange imóveis, veículos, aplicações, quotas societárias e ativos digitais.

O caráter do procedimento legal exige verificação documental, avaliação patrimonial e conformidade fiscal. A abertura evita impasses na administração do patrimônio da pessoa falecida e diminui riscos de bloqueios ou multas do ITCMD.

Nossa equipe auxilia na definição da via adequada — administrativa em cartório ou judicial — e na organização dos documentos. Para consultoria e assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Para que serve o inventário e quando é obrigatório

Detalhamos como o processo reúne bens, apura dívidas e protege direitos dos herdeiros durante a divisão patrimonial.

O inventário serve para arrecadar bens, quitar obrigações (art. 1.997 do CC) e efetivar a partilha bens entre herdeiros. A lei exige abertura quando existem bens, direitos ou dívidas a regularizar.

O prazo legal é de 60 dias contados do óbito (art. 611 do CPC). O atraso pode elevar a multa do ITCMD — taxa de 10% até 180 dias e 20% depois, conforme estado — impactando o pagamento e o valor disponível para partilha.

O inventário pode seguir via judicial quando há conflito, incapazes ou complexidade. Em consenso, a via extrajudicial costuma ser mais célere.

Uma avaliação técnica dos bens e triagem documental inicial reduz riscos de glosas fiscais e impede bloqueios. Nós desenhamos plano sob medida, orientando herdeiros sobre direitos e deveres e acelerando cada etapa.

Para consultoria, assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Inventário judicial x inventário extrajudicial: qual caminho escolher

Escolher a via adequada exige análise da complexidade do acervo e do nível de consenso entre sucessores.

Quando optar pelo caminho judicial

Indicamos a via judicial sempre que houver litígio, impugnação de valores ou falta de documentos essenciais.

Também escolhemos essa via na presença de menores, incapazes ou em situações em que um testamento precisa de validação pelo juiz.

Nesse formato, o Ministério Público fiscaliza procedimentos e garante proteção dos direitos dos herdeiros.

Vantagens do procedimento em cartório

Quando houver consenso e todos os herdeiros estiverem assistidos por advogado, a opção por cartório traz rapidez e previsibilidade.

A escritura pública gera título hábil para registro e transferência de bens com custos e burocracia reduzidos, conforme recentes normas e precedentes.

Nossa equipe avalia casos complexos, propõe combinações parciais e escolhe estratégia que equilibra tempo, custo e segurança jurídica.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Atualizações importantes: Resolução CNJ 571/2024 e entendimentos do STJ

Recentes normas e decisões têm ampliado hipóteses de desjudicialização, trazendo praticidade à partilha sem perda de segurança jurídica.

Inventário extrajudicial com testamento e participação do Ministério Público

A Resolução CNJ 571/2024 permitiu maior atuação do Ministério Público em procedimentos fora do foro, inclusive quando houver menores ou incapazes.

Isso significa fiscalização técnica sem necessidade imediata de ação judicial, desde que exista prova de capacidade e consenso entre herdeiros.

O STJ, no REsp 1.951.456, autorizou a via extrajudicial mesmo com testamento, desde que todos sejam capazes, concordem e estejam assistidos por advogado.

Arrolamento sumário e efeitos práticos sobre prazos e custos

O arrolamento sumário surge como alternativa rápida para partilha em hipóteses legais específicas.

Vantagens: redução de etapas judiciais, maior previsibilidade documental e menor custo processual.

No plano fiscal, decisões recentes flexibilizaram exigências prévias em alguns casos, o que pode alterar cronologia do pagamento do ITCMD e da homologação.

Orientamos quando migrar de rito e quais checagens documentais evitarão retrabalho. Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras, chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Prazos e multas: 60 dias para abrir o inventário e consequências do atraso

Abrir o processo dentro do prazo legal protege patrimônio e reduz custos tributários.

O CPC (art. 611) determina abertura em até 60 dias do óbito. A conclusão costuma ocorrer em 12 meses, prazo prorrogável mediante justificativa fundamentada.

O atraso afeta o cálculo do ITCMD e pode gerar multas. Em muitos estados aplica‑se 10% até 180 dias e 20% após esse limite. Alguns fiscos também cobram mora diária.

O prazo para pagamento do imposto varia por estado, normalmente entre 60 e 180 dias. Esse prazo influencia a liberação de atos de partilha e o pagamento de escrituras.

Impactos práticos: retenção de escrituras, indisponibilidade registral e travas para venda de bens. Estimativas realistas do valor evitam glosas e autos de infração.

Estratégias: protocolar cedo, mesmo com documentos pendentes, pedir prorrogação com provas de diligência e apresentar avaliações periciais. Atuamos de forma proativa no calendário de obrigações.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Como fazer o inventário na prática: passo a passo

Mostramos passo a passo como organizar documentos, avaliar bens e concluir a transferência com segurança.

Nomeação do inventariante

Nomeamos o inventariante conforme art. 617 do CPC. Ele representa o espólio, organiza prazos e cumpre diligências essenciais.

Levantamento de bens, direitos e dívidas

Listamos imóveis, veículos, aplicações, quotas e ativos digitais. Verificamos débitos e certidões para evitar travas antes da partilha.

fazer inventário

Avaliação e base do ITCMD

Avaliamos valores por laudos, matrículas e extratos. Essa base define o cálculo do imposto e impacto no valor destinado aos herdeiros.

Cálculo e pagamento do ITCMD

Orientamos sobre prazos em dias, documentos fiscais exigidos e formas de recolhimento para regularizar o tributo.

Definição da partilha e homologação

Quando houver consenso, lavramos escritura pública em cartório; em litígio, buscamos decisão judicial. Cada rota altera custos e tempo.

Registro e transferência

Finalizamos com registro da partilha e atos de transferência de imóveis, veículos e aplicações. O advogado coordena etapas e evita retrabalho.

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Documentos necessários para iniciar o procedimento

Reunir documentos corretos desde o início acelera cada etapa do procedimento. Nós orientamos sobre os papéis essenciais e a ordem ideal para montar um dossiê completo.

Do falecido — certidões e comprovações

Certidão de óbito, RG, CPF, certidão de casamento ou união estável e certidão negativa de testamento. Incluímos também certidões fiscais atualizadas para evitar exigências posteriores.

Dos herdeiros — identificação e estado civil

RG, CPF, certidões de nascimento ou casamento, comprovante de endereço e procurações quando alguém representar por cartório. Indicamos checar averbações e datas de emissão.

Dos bens — imóveis, veículos, contas e empresas

Matrícula atualizada de imóveis, CRLV de veículos, extratos bancários e de investimentos, contratos sociais e evidências de bens digitais ou cripto.

Certidões negativas e documentos fiscais

Receita Federal, fazenda estadual/municipal e certidões trabalhistas costumam ser exigidas. Mapear dívidas e ônus reduz riscos de glosa.

Organizamos solicitações de segunda via, traduções juramentadas quando há ativos no exterior e conferimos coerência entre declarações fiscais.

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Quem pode ser inventariante e quais as responsabilidades

A nomeação do responsável pelo espólio influencia diretamente tempo e segurança do processo, segundo a lei. A ordem prevista no art. 617 do CPC prioriza cônjuge ou companheiro, herdeiro em posse e administração, demais herdeiros, testamenteiro e, por fim, inventariante dativo. O juiz pode flexibilizar essa sequência quando houver motivo fundado.

Responsabilidades: representar o espólio, guardar bens, prestar contas e cumprir prazos processuais. Deve recolher tributos, apresentar relatórios e comprovações que demonstrem gestão diligente do acervo.

Riscos: omissão, negligência ou conflito de interesse podem motivar pedido de destituição. Há canais para solicitar substituição e medidas de proteção patrimonial.

Nossa equipe apoia o inventariante com checklists, cronogramas e contato com bancos, cartórios, juntas comerciais e repartições fiscais. Agimos para reduzir litígios entre herdeiros e limitar custos incidentais, encurtando tempo final do procedimento.

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Custos do inventário: impostos, custas e honorários

Apresentamos aqui como os custos se dividem entre impostos, custas e honorários, e qual impacto sobre o espólio. Entender essa composição ajuda a planejar o pagamento e evitar surpresas na partilha bens.

ITCMD: alíquotas e cálculo prático

O ITCMD varia por estado, normalmente entre 2% e 8%. Em um exemplo prático, uma alíquota de 4% sobre imóveis avaliados em R$ 500.000 gera imposto de R$ 20.000.

Custas cartorárias e judiciais

Custas são tabeladas por estado e costumam partir de milhares de reais, dependendo do rito e do número de atos. No inventário extrajudicial há emolumentos pela escritura pública; no judicial, somam-se taxas processuais e emissão de certidões.

Honorários advocatícios e formas de contratação

Honorários seguem tabelas da OAB e variam conforme complexidade do espólio. Podemos combinar cobrança fixa, percentual sobre o valor ou modelo híbrido. Recomendamos contrato claro para previsibilidade.

Outros pontos práticos: despesas normalmente saem do espólio antes da partilha. Documentos consistentes reduzem retrabalho e custos indiretos. Dívidas e ônus podem exigir venda de ativos, afetando o fluxo de pagamento.

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Quem paga as despesas do processo de inventário

As despesas do processo cabem, em regra, ao espólio e devem ser pagas antes da partilha final.

Taxas, ITCMD e honorários são deduzidos do acervo para preservar a proporcionalidade entre sucessores.

Quando um dos herdeiros antecipa valores, registramos o pagamento e compensamos na divisão final. Esse ajuste evita onerosidade exclusiva a um único participante.

Se houver resistência injustificada que atrase atos, o juiz pode imputar custos a quem causou o incidente.

Recomendamos provisionar recursos para ITCMD, custas e honorários desde a abertura. Despesas extraordinárias, como perícias, também são administradas pelo espólio e rateadas conforme decisão.

Transparência do inventariante é essencial: recibos, planilhas e cronogramas reduzem dúvidas e previnem litígios.

Nós atuamos para equalizar responsabilidades, elaborar comprovantes e propor acordos entre partes. Assim, minimizamos a judicialização de pontos financeiros e aceleramos o processo inventário.

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Herdeiros, espólio e o que entra na herança

Apresentamos aqui quem integra a herança e como o espólio atua até a partilha.

Herdeiros legítimos incluem descendentes, ascendentes, cônjuge/companheiro; na falta, colaterais. Também existem herdeiros testamentários, desde que disposições respeitem a legítima.

A herança incorpora todos bens transmissíveis: imóveis, veículos, aplicações, quotas societárias, créditos e obrigações do falecido.

Espólio representa o conjunto patrimonial até a divisão formal. Atua como sujeito processual, responde por débitos e possibilita a transferência aos titulares finais.

Casos com bens difíceis de avaliar exigem laudo técnico. Procedimentos claros reduzem risco de sobrepartilha e garantem partilha bens equitativa.

Indicamos checar atos registrais, certidões e regime patrimonial para evitar impugnações. Nós mapeamos herdeiros, avaliamos bens e estruturamos divisão conforme a lei.

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Testamento, menores e incapazes: impactos no procedimento legal

Nem todo testamento impede a tramitação em cartório; há hipóteses práticas em que o inventário pode seguir por via extrajudicial, desde que todos sejam capazes, concordem e estejam assistidos por advogado.

testamento menores incapazes

A presença de menores ou incapazes altera o rito. A Resolução CNJ 571/2024 ampliou a atuação do Ministério Público para fiscalizar acordos fora do foro, protegendo interesses vulneráveis.

Quando houver conflito, o juiz deverá intervir para dirimir impasses, validar cláusulas complexas e garantir a legítima dos herdeiros conforme a lei.

Recomendamos leitura prévia do testamento e checagem de documentos: certidão de existência de testamento e atestados de capacidade. Também sugerimos medidas cautelares para proteger bens enquanto se conclui a partilha.

Nossa equipe conduz casos sensíveis com prioridade na proteção de menores, coleta de anuências e fiscalização de quotas. Atendemos para reduzir riscos de nulidade e acelerar atos finais.

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Dívidas do falecido: como tratar no processo de inventário

Antes da divisão do acervo, avaliamos passivos e definimos prioridades de pagamento para evitar surpresas.

As dívidas integram o inventário e devem ser quitadas com recursos do espólio antes partilha. Protegemos herdeiros contra responsabilidade além do limite dos bens.

Levantamos tributos, financiamentos, faturas de cartão, despesas médicas e demandas trabalhistas. Indicamos quando vender bens para equacionar passivo e gerar liquidez.

Controlamos quitações com relatórios contábeis e recibos para evitar futuras impugnações. O saldo líquido após pagamentos é o valor destinado à partilha.

Negociamos débitos quando possível e apontamos implicações fiscais de remissões ou acordos celebrados durante o processo. Recomendamos avaliações realistas para prevenir subdimensionamento de ônus.

Comunicação transparente entre herdeiros acelera decisões e reduz litígios. Oferecemos assessoria para cronogramas de pagamento e defesa em cobranças indevidas.

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Quanto tempo leva cada modalidade: prazos médios e fatores que atrasam

Apresentamos estimativas práticas para a via extrajudicial e para a via judicial, com foco em prazos e entraves.

Via extrajudicial costuma durar entre 30 e 90 dias quando há consenso entre herdeiros e documentação completa.

Via judicial exige mais tempo: casos simples ficam entre 6 e 12 meses; litígios e complexidades podem estender para 3–4 anos perante o juiz.

Fatores de atraso: documentação incompleta, disputas entre partes, avaliações técnicas para bens complexos e pendências do ITCMD.

Dependências externas impactam ritmo: cartório, repartições fiscais, bancos e registros imobiliários influenciam cada etapa do processo e o valor final da partilha.

Boas práticas: cronogramas, checklists e triagem prévia reduzem riscos e mantêm prazos em dias compatíveis com exigências fiscais.

Oferecemos suporte para mapear gargalos e conduzir interlocuções céleres. Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Como acelerar e reduzir custos: boas práticas para um inventário eficiente

Uma triagem documental rápida e diálogo entre herdeiros aceleram todos os passos legais. Agimos para reduzir exigências, evitar perícias desnecessárias e controlar custos desde o primeiro contato.

Organização documental e consenso entre todos os herdeiros

Organizar documentos essenciais cedo diminui consultas e pedidos de complementação. Um consenso claro entre herdeiros reduz incidentes e evita perícias onerosas.

Escolha estratégica entre judicial, extrajudicial e arrolamento

Quando possível, preferimos a via extrajudicial por celeridade e menor custo. Em casos específicos, o arrolamento sumário simplifica etapas; em litígios, seguimos por via judicial extrajudicial quando necessário.

Padronizar avaliações e validar informações sobre bens e valor evita retrabalho. Mantemos um plano de comunicação entre herdeiros e usamos cronogramas para controlar prazos.

Nosso papel: coordenar frentes fiscal, registral e bancária com o advogado responsável. Oferecemos suporte completo, do diagnóstico ao registro final. Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Orientação jurídica obrigatória: como nosso escritório pode ajudar

Garantimos acompanhamento técnico em cada etapa do processo, da análise inicial até a transferência final dos bens.

A presença de advogado é obrigatória em qualquer modalidade. Por isso, nós definimos a via mais adequada — judicial ou extrajudicial — e montamos o dossiê documental para reduzir riscos e prazos.

Atuação preventiva em contratos e escrituras para evitar litígios futuros

Estruturamos contratos e escrituras públicas com foco em prevenção. Revisamos cláusulas que podem gerar sobrepartilhas e propomos ajustes antes da escritura pública ser lavrada em cartório.

Assessoria completa do protocolo ao registro final

Nossa atuação cobre cálculo do ITCMD, condução da escritura ou homologação judicial e o registro final para efetivar a transferência. Assistimos herdeiros em conciliações e cuidamos de juntas comerciais, bancos e registros imobiliários.

Oferecemos planos de honorários compatíveis à complexidade do patrimônio e um canal dedicado para atendimento contínuo. Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Fale conosco agora mesmo pelo WhatsApp para consultoria

Converse de imediato com nossa equipe no WhatsApp para traçar o melhor caminho. Oferecemos diagnóstico inicial, esclarecimento sobre documentos e indicação da via mais adequada.

Atendimento imediato via WhatsApp para avaliação do caso e respostas objetivas.

O atendimento inclui orientação sobre lista de documentos, estimativas de prazos e custos e medidas para prevenir multas.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510.

Nossa proposta:

– Atendimento direto para esclarecer dúvidas iniciais.

– Acompanhamento por advogado dedicado para fazer inventário com menor impacto em tempo e custos.

– Orientação sobre documentos indispensáveis e ordem das etapas.

– Mediação para acordo entre herdeiros e redução de litígios.

– Plano de ação que contempla avaliação, ITCMD e registros, integrando cartórios e órgãos necessários.

Salve nosso número e inicie conversa agora. Atuamos com foco em segurança jurídica e conclusão célere dos bens.

Conclusão

Concluímos com orientações práticas para acelerar a partilha e garantir segurança aos herdeiros. Priorizamos abertura em 60 dias, escolha adequada da via (judicial ou extrajudicial) e documentação completa para reduzir custos e atrasos.

Tratamos dívidas antes da divisão, organizamos a avaliação de bens e coordenamos a transferência com foco em conformidade. Assim, protegemos herdeiros e preservamos valor destinado à partilha.

Nossa assessoria cobre diagnóstico até a entrega dos títulos finais. Agradecemos a leitura deste artigo e colocamos nosso time à disposição.

Para consultoria, Assessoria jurídica preventiva em contratos e escrituras chame pelo WhatsApp (11) 4237-9510. Inicie hoje mesmo para fazer inventário com previsibilidade e atendimento técnico, humano e transparente.

FAQ

O que é inventário e como podemos ajudá-lo?

Entendemos o inventário como o procedimento legal para apurar bens, dívidas e herdeiros de uma pessoa falecida. Nós orientamos desde a documentação necessária até a escolha entre via judicial ou extrajudicial, acompanhando avaliação, cálculo do imposto e registro da partilha.

Para que serve o inventário e quando é obrigatório?

Serve para formalizar a transmissão do patrimônio do falecido aos herdeiros e liquidar dívidas e tributos. É obrigatório sempre que houver bens a transferir, como imóveis, veículos ou saldos bancários, e deve ser aberto em prazo legal para evitar multas e problemas na transferência de titularidade.

Quando optar pelo inventário judicial?

Indicamos a via judicial quando houver testamento, litígio entre partes, incapazes sem representação adequada, antecedentes fiscais complexos ou ausência de consenso entre herdeiros. O judiciário garante solução quando há disputa ou necessidade de diligências.

Quais as vantagens do inventário extrajudicial em cartório?

O cartório oferece celeridade, menor custo e procedimento mais simples quando todos os herdeiros são capazes, estão de acordo e há advogado constituído. A escritura pública permite rápida transferência de bens e reduz prazos em comparação ao processo judicial.

Como a Resolução CNJ 571/2024 e entendimentos do STJ impactam o procedimento?

As normas recentes ampliaram requisitos sobre prazo, atuação do Ministério Público e possibilidade de inventário extrajudicial em casos específicos. Isso traz maior uniformidade e exige atenção à documentação e às condições para uso do cartório.

É possível fazer inventário extrajudicial com testamento e participação do Ministério Público?

Sim, em certos estados e situações o cartório admite testamento, mas a presença do Ministério Público pode ser exigida quando houver herdeiros incapazes ou interesses de incapazes. Avaliamos cada caso para definir o caminho adequado.

O que é arrolamento sumário e quais os efeitos práticos sobre prazos e custos?

O arrolamento é procedimento simplificado para causas de menor complexidade e valor reduzido. Normalmente reduz prazos e custos processuais, mas depende do consenso entre herdeiros e das regras estaduais aplicáveis.

Qual o prazo para abrir o procedimento e quais as consequências do atraso?

O prazo comum é de 60 dias após o óbito para abertura formal, conforme normas do Código de Processo Civil e regulamentações estaduais. O atraso pode gerar multa e acréscimos no ITCMD, além de dificultar transferências e negociações.

Como funciona o prazo de abertura conforme o CPC e o efeito no ITCMD?

O CPC prevê prazos processuais e juízo sobre medidas necessárias; paralelamente, o ITCMD tem regras próprias de apuração e pagamento. A abertura tardia costuma afetar o cálculo do imposto, gerando multas e juros conforme a legislação do estado.

Quais são as multas de 10% e 20% e quando se aplicam?

Multas por atraso no cumprimento de obrigações fiscais ou processuais podem variar por estado e situação. Em geral, penalidades de 10% a 20% podem incidir sobre tributos ou sobre a mora na finalização do processo; avaliamos o caso para orientar prazos e recursos.

Como variam os prazos estaduais para pagamento do ITCMD?

Cada estado define alíquotas, prazos e regras de parcelamento do ITCMD. Nós consultamos a legislação estadual aplicável para calcular o imposto, indicar datas de pagamento e evitar autuações.

Qual o passo a passo prático para realizar o procedimento?

Nomeamos o inventariante, levantamos bens, direitos e dívidas, avaliamos o patrimônio, calculamos o ITCMD, negociamos a partilha por consenso ou via judicial, obtendo homologação ou escritura pública e providenciando registros e transferências.

Como é feita a nomeação do inventariante?

O inventariante costuma ser indicado pelos herdeiros de comum acordo ou nomeado pelo juiz em processo judicial. Ele administra o espólio, representa-o e responde por prestação de contas até a conclusão da partilha.

Como realizamos o levantamento de bens, direitos e dívidas do espólio?

Reunimos certidões, extratos bancários, registros de imóveis, documentos de veículos e contratos empresariais. Também verificamos débitos fiscais e dívidas privadas para compor o ativo e o passivo do espólio.

Como é feita a avaliação do patrimônio e base de cálculo do ITCMD?

Usamos avaliações de mercado para imóveis e consultas veiculares para automóveis; para empresas e ativos financeiros, aplicamos metodologias apropriadas. A base do ITCMD considera o valor total dos bens líquidos, conforme normas estaduais.

Como se calcula e paga o ITCMD?

Calculamos com base nas alíquotas estaduais sobre o valor líquido da herança. Orientamos sobre emissão de guias, prazos de pagamento e possibilidades de parcelamento ou garantias judiciais, quando cabíveis.

Como é definida a partilha: por consenso ou decisão judicial?

Buscamos sempre a partilha consensual, que reduz custos e prazos. Se não houver acordo, o juiz decide em processo, cabendo recursos às partes. A estratégia depende do relacionamento entre herdeiros e da complexidade patrimonial.

Como ocorre a homologação judicial ou a lavratura da escritura pública em cartório?

Na via judicial, o juiz homologa a partilha após análise e eventuais audiências. No cartório, a escritura pública é lavrada com a presença de advogado e reconhecimento de quitação de tributos, quando possível.

Como é feito o registro da partilha e a transferência de bens?

Após homologação ou escritura, levamos os documentos aos cartórios de registro de imóveis, DETRAN e instituições financeiras para efetivar a transferência de titularidade e atualizar cadastros fiscais.

Quais documentos do falecido são necessários para iniciar o procedimento?

Certidão de óbito, certidão de casamento ou nascimento, CPF, documentos de propriedade de imóveis e veículos, últimos comprovantes de renda, declarações de imposto de renda e eventuais testamentos ou contratos.

Quais documentos dos herdeiros são exigidos?

Identidade, CPF, certidão de casamento ou nascimento atualizadas, comprovante de endereço e, quando aplicável, procurações ou documentos que comprovem representação legal de incapazes.

Quais documentos dos bens devem ser apresentados?

Matrículas de imóveis atualizadas, documentos de veículos, extratos bancários, contratos societários, documentos de investimentos e informações sobre bens digitais e direitos autorais, quando existentes.

Quais certidões negativas e documentos fiscais são necessários?

Certidões de débitos federais, estaduais e municipais, certidões de inexistência de ações em cartório, certidão negativa de débitos do INSS, e demais certidões exigidas pelo estado para cálculo e quitação de tributos.

Quem pode ser inventariante e quais as responsabilidades?

Pode ser qualquer herdeiro capaz e maior de idade, ou pessoa indicada pelos herdeiros e aceita pelo juiz. O inventariante administra o espólio, representa-o judicial e extrajudicialmente, presta contas e promove atos necessários à conservação dos bens.

Quais os custos envolvidos: impostos, custas e honorários?

Incluem ITCMD, custas cartorárias ou judiciais e honorários advocatícios. Valores variam conforme o estado, o valor do patrimônio e a complexidade do processo. Fornecemos estimativa personalizada após levantamento documental.

Como variam as alíquotas do ITCMD por estado e seu cálculo?

Cada estado define alíquotas e faixas de isenção. Calculamos o imposto aplicando a alíquota local sobre a base de cálculo apurada e orientamos sobre isenções ou reduções cabíveis.

Quais são as custas cartorárias e judiciais?

Custas variam conforme atos praticados, valores dos bens e tabelas estaduais ou de cartórios. Fornecemos orçamentos detalhados dos emolumentos e das despesas processuais.

Como são definidos os honorários advocatícios e formas de contratação?

Honorários podem ser fixos, por percentual sobre o patrimônio ou combinados. Explicamos opções transparentes e firmamos contrato detalhando escopo, prazos e forma de pagamento.

Quem paga as despesas do processo de inventário?

Normalmente o espólio arca com as despesas e tributos, ou seja, os custos saem do patrimônio do falecido antes da partilha. Em falta de recursos, os herdeiros respondem conforme sua cota ou decisão judicial.

O que compõe a herança: quem são os herdeiros e o que entra no espólio?

Herdeiros legais incluem cônjuge, descendentes e ascendentes conforme ordem da lei. Entram bens imóveis, móveis, saldos bancários, empresas, direitos autorais e bens digitais, descontadas dívidas e obrigações.

Como testamento, menores e incapazes impactam o procedimento?

Testamento pode alterar a partilha, exigindo análise específica. Menores e incapazes requerem intervenção do Ministério Público e medidas protetivas, o que pode inviabilizar vias extrajudiciais e demandar rito judicial.

Como tratar as dívidas do falecido no processo?

Dívidas integram o passivo do espólio e devem ser pagas na ordem legal antes da partilha. Avaliamos prioridades, negociamos credores e verificamos prescrição ou contestação de débitos quando necessário.

Quanto tempo levam as modalidades: prazos médios e fatores que atrasam?

Extrajudicial costuma levar semanas a poucos meses; judicial pode variar de meses a anos. Atrasos decorrem de litígios, falta de documentação, necessidade de avaliações ou questões fiscais pendentes.

Como acelerar o processo e reduzir custos?

Recomendamos organização documental prévia, consenso entre herdeiros, escolha adequada entre judicial, extrajudicial ou arrolamento, e pagamento do ITCMD dentro do prazo. Atuação preventiva reduz risco de litígio e despesas.

Como a organização documental e consenso entre herdeiros ajudam?

Documentos completos e acordo prévio aceleram avaliações, evitam diligências e reduzem honorários e custas. Auxiliamos na coleta e conferência para prevenir objeções que atrasem a partilha.

Como escolher estrategicamente entre judicial, extrajudicial e arrolamento?

Analisamos testamento, perfil dos herdeiros, presença de incapazes, e complexidade patrimonial. Indicamos a via que minimize custos e riscos, preservando direitos e segurança jurídica.

Como nosso escritório atua para orientar juridicamente?

Oferecemos consultoria completa, análise preventiva de contratos e documentos, elaboração de estratégias processuais, acompanhamento de inventários do protocolo ao registro final e defesa de interesses em juízo.

Como a atuação preventiva em contratos e escrituras evita litígios futuros?

Revisamos cláusulas, atualizamos titularidades e orientamos planejamento sucessório que preserve direitos, facilite transmissões e reduza possibilidade de disputas entre herdeiros.

Que assessoria oferecemos do protocolo ao registro final?

Cuidamos da coleta de documentos, cálculo de tributos, negociação entre herdeiros, elaboração de peças e escrituras, protocolos em cartório e tribunal, até o registro definitivo nos órgãos competentes.

Como falar conosco agora para consultoria pelo WhatsApp?

Para consultoria imediata e assessoria preventiva em contratos ou escrituras, entre em contato pelo WhatsApp (11) 4237-9510. Atuamos com agilidade para orientar o início do procedimento.

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